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Cidadania

(…) se entende como cidadania um processo gradual que se constrói e se realiza a partir da organização e da autonomia, seja esta, elemento constitutivo de macro-agrupamentos até aos próprios indivíduos que os integram. Ainda, cidadania como a democratização de relações para sustentação da diversidade. Essa diversidade pode ser étnica, religiosa, de gênero, sócio-econômica, dentre outros. A cidadania pode ser construída e realizada em espaços domésticos, produtivos e político comunitários. Os pressupostos de democratização são :
a) desocultação das variadas formas de violências;
b) resgate do “princípio de comunidade”;
c) relações horizontalizadas e coextensivas;
d) estímulo ao desenvolvimento de competências individuais, interpessoais e coletivas.
(GUSTIN, 2005)

Subjetividade

A subjetividade deve ser entendida como a capacidade de autocompreensão e de responsabilidade do indivíduo e que, ao mesmo tempo, demonstre competência criativa que permita a expressão de uma personalidade autônoma e crítica.
(GUSTIN, 2005)

Emancipação

Entende-se por emancipação a capacidade de permanente reavaliação das estruturas sociais, políticas, culturais e econômicas de seu entorno, com o propósito de ampliação das condições jurídicodemocráticas de sua comunidade e de aprofundamento da organização e do associativismo com o objetivo de efetivação das lutas políticas pelas mudanças essenciais na vida dessa sociedade para sua inclusão efetiva no contexto social mais abrangente.
(GUSTIN, 2005)

Reconhecimento

Diante da constatação de que a formação da identidade – individual e coletiva – é um processo de inter-relação subjetiva de luta pelo mutuo reconhecimento, o Polos deve atuar para o fortalecimento de contextos de reconhecimento que aspirem à estima ética, ao respeito moral e jurídico e à responsabilidade política.
(NICÁCIO, 2011. p.71)

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